QUESTÕES DE GÊNERO NAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES/AS: DEVIRES CARTOGRÁFICOS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.32813/2179-1120.2020.v13.n1.a595

Resumo

As narrativas apresentadas neste artigo tomam como centralidade as questões que envolvem o gênero, bem como as práticas pedagógicas e formação docente, na tentativa de responder à questão norteadora: como as demandas sobre gênero estão presentes na escola e de que maneira estas incidem nas práticas pedagógicas do(a)s professore(a)s/?  Inclui dados de uma pesquisa realizada por um dos autores, tecida colaborativamente, vinculada ao Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade de uma instituição baiana. Ancora-se no horizonte qualitativo, utilizando o método cartográfico como procedimento de construção e análise dos dados, tendo em vista a perspectiva pós-crítica, de questionar os próprios modos de fazer pesquisa. A partir do estudo realizado e reflexões teóricas foi possível verificar que muitos(as) professores(as) ainda se sentem reféns de práticas pedagógicas distantes das demandas dos sujeitos da contemporaneidade e mesmo que estas pessoas estejam presentes na escola, o ambiente ainda é regido por uma estrutura muito hierárquica, que insiste em olhar mais para a normatividade do que para a diversidade.

Biografia do Autor

Lucemberg de Oliveira, Universidade do Estado da Bahia (UNEB)

- Mestre em Educação e Diversidade pelo Programa de Pós-Graduação em Educação e Diversidade (Uneb Campus IV)

- Coordenador Pedagógico na EMPG Márcia Maria de Carneiro Méccia (Rede Municipal de Barra do Mendes-Ba)

- Professor de História no Colégio Estadual Necy Novais (Barro Alto -Ba).

- Escreve artigos sobre gênero, formação docente e práticas pedagógicas. 

Tereza Cristina Pereira Carvalho Fagundes, Universidade Federal da Bahia

Pedagoga, Mestra e Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professora Adjunta aposentada da UFBA. Pesquisadora e extensionista na área de Educação, com ênfase em Educação Sexual, Formação Docente, Educação a Distância, Memória e Relações de Gênero. Atua também na UAB - Universidade Aberta do Brasil pela UNEB - Universidade do Estado da Bahia e na Plataforma Freire pela UFBA. Associada da SBRASH - Sociedade Brasileira de Estudos em Sexualidade Humana, desde a sua criação, sendo Diretora de Relacionamento nesta gestão (2018/2019). Membro da Comisión de Educación y Formación Continua de FLASSES.(2018-2020).

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Publicado

2020-04-30