(ENTRE)VISTAS E OLHARES CALEIDOSCÓPICOS: A CARTOGRAFIA SOCIAL NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES/AS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.32813/2179-1120.2020.v13.n1.a579

Resumo

A cartografia social emerge contemporaneamente como estratégia metodologia em várias abordagens científicas, produzindo rupturas nos modos de fazer pesquisa abrindo espaço para processos investigativos que delineiam uma nova concepção de ciência. Interessa-nos aqui o âmbito das teorias pós-críticas e pós-estruturalistas. A entrevistada, a Professora Inez Carvalho, traz valiosas contribuições para caracterizar o ato de cartografar nessas perspectivas, especificando sua diferença em relação a outros modos de fazer pesquisa em Ciências Humanas, especialmente na ciência da educação. A entrevistada nos dá pistas de como o pesquisador cartógrafo desenvolve o processo metodológico na sua relação participante com o objeto a ser cartografado, uma vez que esse tipo de investigação implica em uma proposta de pesquisa-intervenção – pesquisa-formação. Ainda, sugere contribuições dessa concepção e prática, visto que essa outra lógica de pesquisar, formar – cartografar se configura como um modo de produzir conhecimentos e intervir na realidade pesquisada.

Biografia do Autor

Edilania de Paiva Silva, REDE ESTADUAL DE EDUCAÇÃO/BAHIAUNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA/UNEB

Mestra em Educação e Diversidade pela Universidade do Estado da Bahia - UNEB/ Programa de Pós-graduação em Educação e Diversidade/PPED.

Coordenadora Pedagógica da Rede Estadual de Educação da Bahia

Emanuela Oliveira Carvalho Dourado, UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA/UNEB

Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Professora Adjunta da Universidade do Estado da Bahia/UNEB.

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Publicado

2020-04-30